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03/04/2020 15:40

Bancos prolongam dívidas e aumentam os juros durante o enfrentamento da pandemia.

Diante do atual cenário (COVID -19), não há nenhuma parceria entre os bancos e os consumidores, para que limite as taxas de juros que incidem em cartões de crédito, cheques especiais, empréstimos pessoais, financiamentos entre outros serviços oferecidos por instituições financeiras.

Não há justificativa aceitável para um desequilíbrio tão grande, visto que o Brasil vive outra realidade econômica, com o início da pandemia. Nosso país apresenta uma das maiores taxas de juros do planeta. Mesmo no atual cenário, os bancos não facilitam com juros e taxas, preferindo prolongar a dívida e dobrar os juros perante o consumidor.

Juros altos, inflação, crise econômica. Vários são os fatores que fazem com que os consumidores precisem recorrer aos bancos para colocar as contas em dia. Infelizmente, ao ir buscar ajuda nos bancos, muitos clientes acabam criando outros problemas, principalmente quando utilizam a opção de prolongar a dívida.

Ao utilizar o método implantado pelo o banco para “acertar” as contas sem nenhum tipo de planejamento, os consumidores terminam empurrando um grave problema “com a barriga”, prolongando a dívida e aumentando os juros para valores expressivos, que vão se tornando uma “bola de neve”. Sempre é bom analisar com cuidado a contraproposta oferecida pelo o banco. Esse é um momento delicado, e existem algumas instituições que se aproveitam para tentar dobrar os juros na renegociação, aproveitando a fraqueza do consumidor.

Fonte:https://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2020/03/27/clientes-de-bancos-sofrem-para-adiar-pagamento-de-emprestimos.htm

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