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25/08/2017

O golpe dos bancos nos contratos de financiamento

Ao analisar os contratos de adesão disponibilizados pelas instituições financeiras, os números previstos são bem divergentes daqueles informados ao consumidor no ato da aderência. Utilizando-se como exemplo o contrato de financiamento de um veículo, quando se calcula o valor financiado usando a mesma fórmula de capitalização do banco ou da financeira, chegamos a um resultado diferente daquele que está previsto no contrato.

As instituições financeiras cobram, por parcela, uma quantia maior do que o valor correto, incluindo cobrança de juros sobre juros, taxas irregulares e abusivas, e encargos em desacordo com o mercado financeiro.

O consumidor deve realizar o pagamento somente daquele valor que, de fato, está contratando no momento do acerto. O que acontece, na maioria das situações, é que o valor financiado vem acrescido de irregularidades e ao perceber, o consumidor já caiu em mais uma armadilha.

Sendo assim, sempre desconfie de uma oferta que fornece vantagens excessivas e nunca deve assinar qualquer contrato sem observar as verdadeiras tarifas cobradas.

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